Nomeado em setembro de 1898, após um mês de viagem até Goa, ocupou o General Norton de Matos o cargo de diretor da Repartição de Agrimensura do Estado da Índia, de forma a "proceder aos trabalhos de levantamento da carta corográfica e agrícola do Estado da Índia Portuguesa", conforme consta na Portaria Provincial n.º 570 de 4 de agosto (Boletim Oficial do Governo do Estado da Índia). Apesar de aí ter desempenhado importantes funções até 1908 e de ter obtido a sua maior notoriedade, foi paralelamente integrando algumas comissões e desempenhando outros cargos. Fez parte em setembro de 1900, da comissão encarregada de codificar as leis das comunidades e por ser nomeado vogal da comissão para o estudo das condições especiais de cada uma das circunscrições, sobre as concessões de terrenos no Ultramar. Foi ainda nomeado para exercer, em 1903 e interinamente, o cargo de administrador das matas, exonerado no ano seguinte. Em maio de 1903 fez parte da Comissão Arqueológica da Índia Portuguesa e em 1905 integraria, na qualidade de vogal, uma comissão encarregada de proceder à organização do ensino técnico e profissional com a criação de cursos coloniais. Ocupou também a direção das Obras Públicas, de forma interina, exonerado no primeiro de Maio de 1906. A partir de 1907, veio ocupar lugar numa comissão para propor a remodelação dos serviços florestais do Estado da Índia e promover a regeneração de matas.
Regressou a Ponte de Lima a 17 de outubro de 1908.